terça-feira, 20 de setembro de 2016

Panorama da Música Joaquinense - Sociedade Musical Mozart



Por sociedade sociologicamente entendesse que é um grupo de pessoas que submetidas a um regulamento, exercem atividades comuns ou defendem interesses comuns, assim surgiu no meio musical de São Joaquim, a Sociedade Musical Mozart Joaquinense. 


“A banda Mozart Joaquinense (como ficou conhecida na cidade), foi fundada em 30 de Junho de 1895 por Joaquim Palma da Silva Matos, Adolfo Palma da Silva Matos e Domingos Marturano (O primeiro da linhagem em São Joaquim)”, segundo relata Dó Maior. Foram Maestros da Mozart: Leonel Porto e Sargento Hercílio Cândido da Silva. A banda animou por vários anos a sociedade Joaquinense, tocando nos clubes de nome da cidade, em desfiles cívicos, visitas de políticos e também em apresentações por outros estados. 


“A Mozart Joaquinense teve os seus tempos de glória, sendo considerada a segunda melhor banda de Santa Catarina somente perdendo para aBanda da Polícia Militar do Estado de Santa Catarina. Tocavam Valsas, Marchas, Tangos, Dobrados e as composições de Leonel Porto como: “Valsa Recordações de Iponina” e a “Valsa Santinha”, “Qualquer prazer me conforta (Valsa),” “Cravo Preto (Dobrado),” entre outras.


 Alguns integrantes que fizeram parte da Banda Mozart, segundo Dó Maior foram: Teófilo Matos (Presidente da Banda Mozart), Leonel Bernardo Porto (Maestro, Requinta, Clarineta), Sargento Hercílio Cândido da Silva (Maestro após Leonel Porto), Luiz Leandro Porto (Pistom e Maestro), Adolfo Matos Lima (Maestro, regente e compositor), Luiz de Matos Lima (Clarinetista), João Borges - “João Galinha” (Tuba), Benevenérito do Amaral “Bembem” (Contrabaixo), Aristides Costa “Tio Costa” (Trompa), José Pereira de Jesus “José Tereza” (Bombardino e Trompete), José Pereira Filho “Deca” (Ritmos), Luiz Pereira de Jesus “Tio Nina” (Ritmista), Sebastião Paixão (Tião) (Ritmos), Joaquim Pereira “Daia” (Ritmos), Jair Amaral (Tuba), Lourival Vitorino Alves (Contrabaixo), Sebastião Pereira “Bastião da mangueira” (Trompa), Leodegar Assis Rodrigues (Pistom), Alcides Zabot “Cidinho” (Pistom), Benigno Dutra (Clarinetista e Maestro), Tio Doza (Prato), José Dutra “Zeca Dutra” (Piston), Manoel Pedro (Trompa), Dimas Albino (...), Manoel Ferreira (...), Rogério (...), Nelson Porto (Caixa), Faon (...). Faziam parte da Sociedade Musical Mozart Joaquinense: Egídio Martorano, Aristides Costa, Benevenérito do Amaral, Joaquim Dutra, João Borges, Doquinho Dutra, Aristides Bathke, Sebastião Pereira da Paixão, Adolfo Palma da Silva Matos, Sargento Cândido (Hercílio), José Pereira de Jesus, José Pereira de Jesus Filho, João Soares, Fúlvio Lapolli Dutra, Hilda Mattos (Organista e professora), Cassimiro Costa, Antônio B. Godoy (Totó), Adolfo de Matos Lima, Domingos Martorano, Leonel Porto, Tio Doza Alves, Luiz Leandro Porto, Leodegar Assis Rodrigues, Luiz Porto, José Dutra, Luiz de Matos Lima, Benigno Dutra, Lourival Vitorino Alves, Jair Amaral e Zaldir Dutra. 

Após certo tempo desativado, a Banda Mozart foi reativada oficialmente no dia 17 de Junho de 1996, permanecendo atualmente sobre a regência do Maestro Francisco Bettoni.

Gilherme Seifert e Jeferson Seifert

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